Category

MUNDO

Category

O papa Francisco concederá hoje (27), às 18h (horário da Itália, 14h no horário de Brasília) a bênção extraordinária de “Urbi et Orbi”, normalmente concedida apenas no Natal e na Páscoa. Ele fez o anúncio, esta semana, em sua oração semanal do Angelus, que vem conduzindo de dentro do Vaticano pela internet e pela televisão, em vez de fazê-la diante das multidões na Praça de São Pedro.

Sua decisão de abrir uma exceção e dar uma bênção especial “Urbi et Orbi” (para a cidade e o mundo) reforça a gravidade da situação global, principalmente na Itália, um dos países mais atingidos pelo surto do novo coronavírus.

O papa disse que nesta sexta-feira (27) concederá a bênção extraordinária diante de uma Praça de São Pedro vazia. O local, parte do Vaticano, foi fechado como parte de um bloqueio na Itália para tentar conter a propagação do vírus.

Os católicos que recebem a bênção, pessoalmente ou por meio das mídias, podem, sob certas condições, receber uma indulgência especial. Uma indulgência é a remissão da punição pelos pecados.

A oração e bênção ‘Urbi et Orbi’, que será feita pelo papa na emergência do coronavírus, vai ser transmitida ao vivo pelos canais de notícias do Vaticano. 

Há uma grande expectativa em toda a Igreja pelo encontro de oração que o Papa propôs no Angelus do último domingo, convite reiterado na Audiência Geral.

O primeiro apelo a todos os cristãos concretizou-se na quarta-feira, 25 de março, na invocação ao Deus Todo-Poderoso por meio da oração do Pai Nosso, contemporaneamente com os Chefes das Igrejas e os líderes das comunidades cristãs.

Para esta sexta-feira 27 de março, o segundo compromisso esperado, quando às 18 horas [(horário italiano) (14h horário de Brasília)], católicos de todo o mundo são convidados a se unir espiritualmente ao Papa por meio da mídia, que presidirá um momento de oração que durará cerca de uma hora, do patamar da Basílica de São Pedro, com a Praça vazia, como ele mesmo anunciou em 22 de março no final da oração do Angelus

Ouviremos a Palavra de Deus, elevaremos a nossa súplica, adoraremos o Santíssimo Sacramento, com o qual, ao final, darei a Bênção Urbi et Orbi, à qual está ligada a possibilidade de receber a indulgência plenária.

Como explica a Sala de Imprensa da Santa Sé, nesta circunstância especial, nas proximidades da porta central da Basílica, será colocada a imagem da Salus Populi Romani e o Crucifixo milagroso da Basílica de São Marcelo.

Depois de ouvir a Palavra de Deus, o Papa Francisco fará uma meditação. O Santíssimo Sacramento será exposto no altar localizado no átrio da Basílica do Vaticano e, após a súplica, seguirá o rito da Bênção “Urbi et Orbi” com o Santíssimo.

Então o cardeal Angelo Comastri, arcebispo da Basílica de São Pedro, pronunciará a fórmula para a proclamação da indulgência.

A partir das 18h00, o evento será transmitido ao vivo em Mundovisão pelo Vatican Media e pode ser seguido nos vários idiomas na Rádio Vaticano e em nossa homepage, em nossa página no Facebook (vaticannews.pt) e ao vivo em nosso canal do youtube.

Os horários nos diferentes países de língua portuguesa:

14 horas, horário de Brasília
16 horas Cabo Verde
17 horas Portugal
17 horas Guiné Bissau
17 horas São Tomé e Príncipe
18 horas Angola
19 horas Moçambique
2 A.M de sábado Timor Leste


Fonte: Paraiba.com.br com informações da Agência Brasil e Vatican News

O príncipe Charles, herdeiro do trono do Reino Unido, testou positivo para o Covid-19, informaram autoridades do Palácio de Buckingham nesta quarta-feira (25/03). A BBC confirmou a informação.

Charles, de 71 anos, teve sintomas leves do coronavírus, mas, fora isso, “está com boa saúde e tem trabalhado de casa nos últimos dias”, informaram as autoridades.

A mulher de Charles, Camilla Parker-Bowles, a duquesa de Cornuália, de 72 anos, não foi diagnosticada com o vírus.

Os dois estão isolados em uma residência na Escócia.

Segundo informações da BBC, há pelo menos duas semanas Charles não tem contato com a rainha Elizabeth II.

A rainha Elizabeth II está em quarentena auto-imposta há quase duas semanas. Ela está isolada no Castelo de Windsor desde 15 de março, acompanhada de seu marido, o príncipe Philip.

Segundo a imprensa britânica, a rainha está mantendo contato com sua família por meio de aplicativos como FaceTime e Skype. O distanciamento social ocorreu depois que um membro do Palácio de Buckingham testou positivo para a Covid-19.

Monitoramento diário
Em entrevista à revista “Tatler”, Anna Hemming, da Clínica Cranley, que atuou durante sete anos como médica residente da família real, disse que os membros da realeza britânica estão sendo monitorados diariamente por uma equipe médica durante a pandemia do novo coronavírus. Elizabeth II e Philip, de 86 anos, são as maiores preocupações.

“Estão claramente no grupo de alto risco”, afirmou Anna. “Acredito que a família conversará todos os dias com os médicos e tomará todas as precauções razoáveis, principalmente o duque de Edimburgo, o mais frágil da família”, emendou a médica. Ela acrescentou ainda que todos que vivem no palácio receberam a orientação de se autoisolarem caso desenvolvam qualquer sintoma.

Fonte: Metrópoles

Um funcionário do palácio de Buckingham ainda não identificado testou positivo para coronavírus, segundo informações obtidas pelo jornal “The Sun”. O caso acendeu um alerta na realeza porque a rainha ainda estava lá quando a pessoa foi infectada. No momento, a monarca, de 93 anos, está reclusa no castelo de Windsor com o marido, o príncipe Philip.

“O Palácio tem 500 funcionários, portanto, como em qualquer local de trabalho, não é inconcebível que fosse afetado em algum estágio”, disse a fonte.

Todo mundo que esteve em contato com esse funcionário entrou em quarentena. Não se sabe, no entanto, quão próximo ele esteve na rainha.

“De acordo com a orientação apropriada e nossos próprios processos, tomamos as medidas necessárias para proteger todos os funcionários e pessoas envolvidas”, disse uma porta-voz do palácio.

Acredita-se que, em breve, a rainha fará um pronunciamento à nação sobre a pandemia do coronavírus.

Cuidados diários
Em entrevista à revista “Tatler”, Anna Hemming, da Clínica Cranley, que atuou durante sete anos como médica residente da família real, disse que os membros da realeza britânica serão monitorados diariamente por uma equipe médica durante a pandemia do novo coronavírus. A Rainha Elizabeth II, de 93 anos, e o príncipe Philip, de 86, são as maiores preocupações.

Fonte: O Globo

A tocha olímpica já está nas mãos dos japoneses. Nesta quinta-feira, a chama que é símbolo das Olimpíadas foi entregue pelos gregos ao Comitê Organizador dos Jogos de Tóquio 2020. Por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19), a cerimônia de passagem do fogo olímpico, porém, teve de ser realizada com portões fechados, sem a presença do público.

– Esperamos que a chama olímpica, um símbolo de paz e solidariedade, vai extinguir o vírus e derrotá-lo. E então o Movimento Olímpico, unido e livre desse inimigo cruel, vai se reunir em Tóquio para celebrar o maior evento esportivo de todo mundo, que é a Olimpíada – disse Spyros Capralos, presidente do Comitê Olímpico da Grécia.

Seguindo o tradicional protocolo da tocha olímpica, a chama foi acesa pelos gregos na cidade de Olímpia na última quinta-feira, também em uma cerimônia sem público. O fogo dos Jogos iria circular pela Grécia por uma semana, mas o revezamento no país foi cancelado já na sexta-feira, quando centenas de pessoas se aglomeraram em Esparta para acompanhar a largada do revezamento, contrariando as orientações de combate ao coronavírus.

A mudança no percurso grego não alterou os planos dos japoneses, que receberam a tocha olímpica nesta quinta pelas mãos da representante Naoko Imoto e já embarcam para Tóquio. A chegada da chama no Japão está prevista para esta sexta-feira, mas o início do revezamento está programado para o dia 26 de março. Vão ser 121 dias percorrendo 47 cidades até a cerimônia de abertura dos Jogos, no dia 24 de julho.

Apesar da pandemia do novo coronavírus, o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Japão mantêm a programação da Olimpíada, que vai ser realizada entre 24 de julho e 9 de agosto. O COI vem recebendo muitas críticas por não adiar ou cancelar os Jogos, inclusive de atletas, que não podem treinar por causa do isolamento social imposto em muitos países. Ainda assim, o COI acredita que não é momento para “decisões drásticas”.


Fonte: GloboEsporte.com

Foto: Aris Messinis/Pool via REUTERS

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou nesta quarta-feira (11) a pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2). Segundo o órgão, o número de pacientes infectados, de mortes e de países atingidos deve aumentar nos próximos dias e semanas. Apesar disso, os diretores ressaltaram que a declaração não muda as orientações, e que os governos devem manter o foco na contenção da circulação do vírus.

O ministro da Saúde do Brasil, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que a declaração de pandemia não muda a situação do país (veja detalhes mais abaixo nesta reportagem).

Na prática, o termo pandemia se refere ao momento em que uma doença já está espalhada por diversos continentes com transmissão sustentada entre as pessoas. Nesta quarta, o G1 mostrou que cresceu o ritmo de disseminação do vírus e que metade dos países atingidos registraram os primeiros casos de Covid-19 nos últimos dez dias.

Nas últimas duas semanas, segundo a OMS, o número de casos fora da China aumentou 13 vezes e o número de países afetados triplicou. São mais de 118 mil casos ao redor do mundo e 4.291 mortes.

Michael Ryan, diretor-executivo do programa de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS) 

Também o diretor-executivo do programa de emergências da OMS, Michael Ryan, ressaltou que a declaração não significa que a OMS vá adotar novas recomendações no combate ao vírus.

Mitigação é a estratégia de saúde pública que busca sobretudo cuidar dos doentes e públicos prioritários. Como afirmaram os diretores, a OMS ainda acredita que a contenção da circulação do vírus precisa ser buscada por todos os países e é apontada como pilar das ações.

Nesta tarde, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que a declaração de pandemia já era esperada e queela, na prática, não muda nada para o Brasil. Ele retomou uma crítica que já tinha feito antes à OMS, afirmando que o órgão demorou para usar essa definição.

emergência sanitária no Brasil foi decretada no dia 4 de fevereiro – antes da confirmação do primeiro caso no país, no dia 26.

“Nós já temos casos confirmados dentro do país, temos transmissão local, não temos ainda transmissão sustentada – que pode ser a próxima etapa. E a cada etapa temos medidas adicionais que vão sendo decretadas”, acrescentou o ministro da Saúde.

Antes da declaração da pandemia, a definição de casos suspeitos usada no Brasil excluía viajantes que retornavam da África e Américas do Sul. Agora, segundo Mandetta, serão investigados como possíveis casos suspeitos pessoas que voltarem de qualquer viagem ao exterior e apresentarem febre e mais um sintoma (dificuldade respiratória, dor no corpo e/ou tosse).

Ressalva da OMS

Os diretores da OMS ressaltaram ao longo das suas exposições que o quadro da circulação do novo coronavírus mostra que ainda é possível diminuir seus impactos e disseminação.

Ele lembrou que 81 países não têm casos de Covid-19. “Eles devem fazer o máximo para evitar qualquer caso importado”, pediu.

Outros 57 países, disse Tedros, têm até 10 casos, e 90% das infecções do mundo vêm de 4 países: além da China, a Itália, o Irã e a Coreia do Sul têm as maiores quantidades de casos de Covid-19.

Com a mesma preocupação, o diretor de programas de emergência alerta para o risco a ser evitado com o uso da palavra: as pessoas não devem usar a declaração de pandemia como desculpas para desistir do combate e tentativas de conter a circulação do vírus.

“Se não tentar suprimir, pode sobrecarregar o sistema de saúde. Tem que haver esforços para frear a disseminação da infecção”, disse Ryan.

Perspectivas de novos casos

De acordo com a OMS, o número de casos, mortes e países afetados deve subir nos próximos dias e semanas. Nas últimas duas semanas, o número de casos fora da China aumentou 13 vezes e o número de países afetados triplicou.

De acordo com o mais recente balanço do órgão, há mais de 118 mil casos em 114 países e 4.291 pessoas morreram.

Foco de ação dos países

De acordo com Tedros, os países precisam preparar respostas em áreas chaves: detectar, proteger, tratar, reduzir a transmissão, inovar e aprender.

Perguntado pelos jornalistas se há recomendação para fechar escolas e fronteiras, o diretor-executivo do programa de emergências da OMS, Michael Ryan, avaliou que essas decisões têm sido tomada com base na avaliação de risco dos países.

De acordo com ele, países com número menor de casos não alcançarão grande impacto com medidas de isolamento social.

Fonte: Ardilhes Moreira e Lara Pinheiro, G1

Fotos: Fabrice Coffrini/AFP e Christopher Black/OMS


Imagens gravadas pela câmera corporal de um policial mostram o momento em que uma criança de seis anos foi presa em uma escola de Orlando, na Florida, em setembro de 2019.

As mãos da menina foram “algemadas” com lacres plásticos enquanto ela era levada para uma viatura, após ter se comportado mal em sala de aula.

Os advogados da família da criança, do escritório de advocacia Smith e Eulo, disseram à BBC que a família escolheu divulgar o vídeo para mostrar como a prisão aconteceu.

O policial cuja câmera filmou a ação foi demitido depois de uma investigação interna do Departamento de Polícia de Orlando.

O agente Dennis Turner não seguiu o protocolo correto, no qual um policial precisa de autorização de seus superiores para prender qualquer menor de 12 anos de idade.

Fonte: BBC

Uma pessoa na Califórnia que não foi exposta a ninguém infectado pelo coronavírus e não viajou para países nos quais o vírus está circulando apresentou um resultado positivo para a infecção, no que pode ser o primeiro caso do tipo nos EUA.

Segundo um comunicado do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, a exposição do paciente ainda é “desconhecida”. O caso foi detectado em exames do sistema de saúde pública do país.

O caso foi anunciado logo após o presidente Donald Trump concluir uma entrevista coletiva, na qual afirmou que medidas de restrição de entrada no país haviam limitado com sucesso a propagação do coronavírus nos Estados Unidos.

O episódio eleva o número de ocorrências do coronavírus no país para 60, incluindo os 45 casos entre os americanos que foram repatriados de Wuhan, China — o epicentro do surto — e o cruzeiro Diamond Princess, que foi atingido pelo vírus depois de atracar no Japão.

Trump afirmou que o vice-presidente Mike Pence será o responsável pela resposta do país ao surto de coronavírus. No entanto, disse que o risco de uma epidemia “permanece muito baixo”.

— Estamos prontos para nos adaptar e estamos prontos para fazer o que for necessário à medida que a doença se espalhar, se ela se espalhar — disse.

Fonte: O Globo

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta terça-feira (11) que uma vacina contra o coronavírus pode ficar pronta em 18 meses, mas não deu detalhes sobre pesquisas clínicas. “Precisamos fazer tudo o que podemos com as armas disponíveis hoje”, afirmou, em coletiva de imprensa em Genebra, na Suíça.

Durante a coletiva, representantes da entidade revelaram um novo nome para a doença decorrente do vírus: covid-19. “A nomeação previne o uso de outros nomes que podem ser imprecisos ou estigmatizantes. Também nos oferece um formato padronizado a ser usado em futuros surtos de coronavírus”, explicou Ghebreyesus.

Fonte: Agência Brasil

A Comissão Nacional de Saúde da China informou que mais 108 pessoas morreram pelo novo coronavírus nesta segunda-feira (10), elevando o número de mortes no país para 1.016.

Alguns casos de morte foram registrados fora de Hubei, a província mais afetada, incluindo as cidades de Pequim e Tianjin. Foi a primeira vez que o número de mortes ultrapassou 100 em um único dia.

Autoridades sanitárias chinesas também disseram que 2.478 pessoas foram confirmadas com a infecção, aumentando o total de pacientes no país para 42.638.

Novas medidas de combate ao novo coronavírus

Nesta terça-feira (11), o Comitê do Partido Comunista em Hubei anunciou que as duas principais autoridades sanitárias da província haviam sido demitidas.

Nenhum motivo foi dado, mas acredita-se que elas tenham sido responsabilizadas pela propagação do vírus.

Já autoridades municipais de Wuhan, na província de Hubei, disseram ter proibido que pessoas com febre busquem tratamento em instituições médicas fora dos distritos em que vivem.

A infecção foi confirmada em mais de 1,5 mil pessoas em Wuhan, somente nessa segunda-feira. A cidade trabalha para prevenir o alastramento do vírus por meio da restrição de circulação de pessoas.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Ngueyen Huy Kham/ Reuters

Um bebê foi diagnosticado com coronavírus 30 horas após nascer em um hospital de Wuhan, na China. Como a mãe estava infectada com o vírus, os médicos acreditam que ela tenha o passado para a criança, segundo informações da CCTV, televisão chinesa. A mulher já tinha sido diagnosticada antes de entrar em trabalho de parto.  

O recém-nascido não apresentou febre ou tosse em seus primeiros três dias, mas depois começou a apresentar problemas respiratórios. Ao realizar uma radiografia, ele mostrou sinais de infecções e problemas nos rins. Segundo o Daily Mail, o sexo do bebê ainda não foi revelado. 

“Precisamos prestar a atenção no novo potencial do coronavírus: a transmissão vertical de mães para bebês”, disse Zeng Lingkong, médico chefe do Departamento de Medicina Neonatal do hospital, de acordo com informações do Daily. 

A cidade de Wuhan vem vivendo um verdadeiro pesadelo nos últimos dias. Epicentro do coronavírus, o local está em estado de alerta para conter a propagação da epidemia. Até o momento, já foram mais 24 mil de pessoas infectadas e 492 mortas. 

Outros casos

As grávidas têm sido uma preocupação constante dos médicos em Wuhan. Recentemente, um outro bebê com 17 dias também foi diagnosticado com o coranavírus. No entanto, não se sabe se ele recebeu o vírus da mãe ou de uma doadora de leite, que descobriu mais tarde que também foi infectada. 

Para conter a transmissão do vírus, os hospitais estão deixando as grávidas infectadas em quarentena. No último sábado (1), os médicos fizeram o parto de uma paciente, identificada apenas pelo sobrenome Gong, dentro da zona de quarentena. Eles usaram roupas especiais e óculos de proteção para não serem contaminados com o vírus.

O que é o novo coronavírus?
Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, trata-se de um novo vírus que tem causado doença respiratória pelo agente coronavírus, com casos recentemente registrados na China. É importante saber que os coronavírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais.

Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante em termos de saúde pública, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002 e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012.

Como o novo coronavírus é transmitido?
As investigações sobre transmissão do novo coronavírus ainda estão em andamento, mas a a contaminação por contato, está ocorrendo. É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada.

Alguns vírus são altamente contagiosos (como sarampo), enquanto outros são menos. Ainda não está claro com que facilidade o novo coronavírus se espalha de pessoa para pessoa.

Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:
– gotículas de saliva;
– espirro;
– tosse;
– catarro;
– contato pessoal;
– contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Os coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe e, portanto, o risco de maior circulação mundial é menor. Ele pode ficar incubado por duas semanas, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.

Como prevenir?
O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

Evite o contato com pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença
Faça lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;
Use lenço descartável para higiene nasal;
Cubra o nariz e boca quando espirrar ou tossir;
Evite tocar mucosas de olhos, nariz e boca;

Lave as mãos após tossir ou espirrar;
Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
Mantenha os ambientes bem ventilados.

Como é feito o tratamento?
Não existe tratamento específico para infecções causadas pelo novo vírus. Em geral, é indicado repouso e consumo de bastante água, além de medicamentos para dor e febre para aliviar os sintomas.

Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento.

Quais são os sintomas do novo coronavírus?
Os sinais são semelhantes a um resfriado, como febre, tosse e dificuldade para respirar. Podem, também, causar

Fonte: Revista Crescer

Foto: Whuan Children’s Hospital/Weibo