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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) não registrou mortes nas BRs que cortam a Paraíba durante a Semana Santa. O balanço ainda não foi divulgado, mas a PRF comemora os números abaixo do que ocorreu em 2018 quando seis pessoas morreram e 19 ficaram feridas no mesmo período.

“O objetivo é evitar número de mortes. Saber que não existiu nenhum registro de óbito para nós já é um motivo para comemorar”, disse o inspetor da PRF Walter Mota.

De acordo com o inspetor, a intensificação na fiscalização com a utilização de radares móveis pode ter contribuído para a redução de acidentes já que esse  ano foram retirados das rodovias os redutores que multam veículos que trafegam acima da velocidade permitida.

“Desde o início da operação flagramos alguns veículos e paramos algum deles. Talvez isso tenha inibido os motoristas com a ampla divulgação desses fatos e da fiscalização contra o uso da bebida alcoólica ao volante”, destacou.

Fonte: Mais PB

A manhã de sábado (20) começou com chuvas fortes na Região Metropolitana de João Pessoa (RMJP). A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que elas sigam até este domingo (21) em 98 cidades da Paraíba.

Conforme o Inmet, a quantidade esperada de chuva é de 20 a 30 milímetros por hora (mm/h) ou até 50 mm/dia, com ventos intensos (40-60 km/h). “Há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas”, informou o Instituto.

Orientações

  • Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda);
  • Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada;
  • Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193);
  • Na Capital, a Defesa Civil Municipal atende 24 horas pelo telefone gratuito 0800 285 9020

Ocorrências

Apesar da intensidade das chuvas e de vários pontos de alagamento na Grande João Pessoa, a Defesa Civil da Capital e o Corpo de Bombeiros informaram que, até as 11h30 deste sábado (20), não foram registradas ocorrências.

Em vídeo compartilhado nas redes sociais, internautas registraram alagamento na via de acesso ao aeroporto em Bayeux, na região metropolitana.

Cidades afetadas

Segundo o Inmet, as chuvas podem alcançar as seguintes cidades da Paraíba:

  1. Alagoa Grande
  2. Alagoa Nova
  3. Alagoinha
  4. Algodão De Jandaíra
  5. Alhandra
  6. Arara
  7. Araruna
  8. Araçagi
  9. Areia
  10. Areial
  11. Bananeiras
  12. Baraúna
  13. Barra De Santa Rosa
  14. Bayeux
  15. Baía Da Traição
  16. Belém
  17. Belém Do Brejo Do Cruz
  18. Borborema
  19. Brejo Do Cruz
  20. Caaporã
  21. Cabedelo
  22. Cacimba De Dentro
  23. Caiçara
  24. Caldas Brandão
  25. Campina Grande
  26. Capim
  27. Casserengue
  28. Catolé Do Rocha
  29. Conde
  30. Cruz Do Espírito Santo
  31. Cubati
  32. Cuitegi
  33. Cuité
  34. Cuité De Mamanguape
  35. Curral De Cima
  36. Damião
  37. Dona Inês
  38. Duas Estradas
  39. Esperança
  40. Frei Martinho
  41. Guarabira
  42. Gurinhém
  43. Ingá
  44. Itabaiana
  45. Itapororoca
  46. Itatuba
  47. Jacaraú
  48. João Pessoa
  49. Juarez Távora
  50. Juripiranga
  51. Lagoa De Dentro
  52. Lagoa Seca
  53. Logradouro
  54. Lucena
  55. Mamanguape
  56. Marcação
  57. Mari
  58. Massaranduba
  59. Mataraca
  60. Matinhas
  61. Mogeiro
  62. Montadas
  63. Mulungu
  64. Nova Floresta
  65. Nova Palmeira
  66. Olivedos
  67. Pedra Lavrada
  68. Pedras De Fogo
  69. Pedro Régis
  70. Picuí
  71. Pilar
  72. Pilões
  73. Pilõezinhos
  74. Pirpirituba
  75. Pitimbu
  76. Pocinhos
  77. Puxinanã
  78. Remígio
  79. Riachão
  80. Riachão Do Bacamarte
  81. Riachão Do Poço
  82. Rio Tinto
  83. Salgado De São Félix
  84. Santa Rita
  85. Sapé
  86. Serra Da Raiz
  87. Serra Redonda
  88. Serraria
  89. Sertãozinho
  90. Sobrado
  91. Solânea
  92. Sossêgo
  93. São José Do Brejo Do Cruz
  94. São José Dos Ramos
  95. São Miguel De Taipu
  96. São Sebastião De Lagoa De Roça
  97. São Vicente Do Seridó
  98. Tacima

Fonte: Portal Correio

Foto: Alisson Correia/ Portal Correio

A Paraíba foi o sexto estado do Brasil que mais conseguiu reduzir o número de mortes violentas intencionais no primeiro bimestre de 2019. Conforme dados do Monitor da Violência, feito pelo G1 em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da USP, a Paraíba registrou 163 mortes violentas intencionais no primeiro bimestre deste ano, 62 mortes a menos que as 225 registradas nos dois primeiros meses de 2018, equivalente a uma queda percentual de 27,5%.

Apresentaram quedas maiores que a Paraíba os estados de Ceará (57,9%), Rio Grande do Norte (41,9%), Amapá (35,8%) Pernambuco (33,2%) e Sergipe (29,8%). Analisados isoladamente, as autoridades paraibanas registraram uma queda ainda maior isoladamente no mês de janeiro.

Foram 79 mortes neste ano contra 128 em janeiro do ano passado, correspondendo a uma redução de 38,2%. Levando em consideração apenas o mês de janeiro, a Paraíba apresentou a quarta maior redução percentual. Em fevereiro, por sua vez, a queda foi de 13,4% equivalente a diminuição de 97 para 84 mortes violentas intencionais entre 2018 e 2019.

Os dados do Monitor da Violência são abastecidos por informações repassadas pela Secretaria da Defesa e Segurança Social (Seds) da Paraíba por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) que constam no projeto Monitor da Violência do G1.

Por tipo de crime

Isoladamente, separando os números fornecidos pela Seds na Paraíba por Crime Violento Letal Intencional (CVLI): homicídio, latrocínio (roubo seguido de morte) e lesão corporal seguida de morte, o mais comum registro é o primeiro tipo de crime.

Fonte: G1

A Paraíba vai ter mais de R$ 1,9 bilhão em recursos para obras de adutoras, barragens, ramais e canais presentes dentro do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), lançado pelo Governo Federal neste mês.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional, o PNSH foi pensado para promover a minimização de perdas econômicas causadas por cheias e secas.

O documento traz 11 obras, como o Sistema Adutor Transparaíba, eixo norte da transposição do São Francisco e estudo para aproveitamento de recursos hídricos em João Pessoa, que deverão ser implantados a partir deste ano, com obras que seguem até 2026.

“Com o Plano, identificamos obras prioritárias e estruturantes para garantir segurança hídrica à população brasileira no futuro. Elaboramos um roteiro para o acompanhamento da execução desses empreendimentos. Acredito que, com o PNSH, temos instrumentos para fazer uma gestão melhor e mais eficiente dos recursos hídricos e financeiros”, afirmou o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto.

Veja abaixo a relação das obras:

Adutora Pajeú: custo de R$ 24,57 milhões com obras de 2019 até 2020. Vai beneficiar a Paraíba e Pernambuco.

Barragem Bujari: custo de R$ 29,53 milhões com obras de 2019 até 2026. Vai beneficiar a Paraíba e Rio Grande do Norte.

Canal Acauã-Araçagi/Vertentes Litorâneas trecho 1 e 2: custo de R$ 426,32 milhões com obras de 2019 até 2022.

Canal Acauã-Araçagi/Vertentes Litorâneas trecho 3: custo de R$ 18,50 milhões com obras de 2019 até 2020.

Ramal do Piancó: custo de R$ 240,27 milhões com obras de 2019 até 2026.

Sistema adutor Transparaíba (Ramal Cariri): custo de R$ 330 milhões com obras de 2019 até 2024.

Sistema adutor Transparaíba (Ramal Curimataú): custo de R$ 371 milhões com obras de 2019 até 2020.

Sistema adutor de Campina Grande: custo de R$ 93,22 milhões com obras de 2019 até 2026.

Sistema adutor Nova Camará: custo de R$ 96,49 milhões com obras de 2019 até 2020.

Sistema adutor Abiaí-Papocas: custo de R$ 62,83 milhões com obras de 2019 até 2020.

Eixo norte da transposição trechos 1 e 2: custo de R$ 244,89 milhões com obras de 2019 até 2020.

Estudo de aproveitamento de recursos hídricos para a Região Metropolitana de João Pessoa com a Barragem Cupissura: custo de R$ 3 milhões com período de estudo em 2019 e 2020.

Fonte: Portal Correio

Foto: Secom/PB

O governador João Azevêdo (PSB) vai lançar o edital do concurso da Educação do Estado em solenidade nesta quarta-feira (17). O gestor anunciou o edital de lançamento do certame com 1.000 vagas durante o programa ‘Fala Governador’, nesta segunda-feira (15).

Serão 199 vagas para professores de Matemática, 195 para professores de Língua Portuguesa e outras 150 para os profissionais do ensino de Biologia.

Fonte: Click PB

A Secretaria de Estado da Receita (SER) emitiu comunicado aos contribuintes paraibanos que tem circulado e-mails falsos em nome da instituição. Uma das mensagens contém “recibo de pagamento”, em anexo, solicitando o pagamento devido em documento para download.A Receita Estadual informa que esses e-mails falsos podem levar riscos como vírus nas máquinas dos contribuintes. A SER pede, em caso de recebimento desses e-mails de cobrança, que desconsiderem essas mensagens, ressaltando que a Receita Estadual não autoriza nenhuma outra instituição ou entidade a enviar mensagens eletrônicas em seu nome.

Fonte: MaisPB

A Polícia Rodoviária Federal flagrou na manhã deste domingo (14) um motociclista a 199 km/h. O caso ocorreu no município de Cruz do Espírito Santo, BR 230, km 54, rodovia que liga João Pessoa à Campina Grande.

Apenas nos três primeiros meses deste ano, a PRF registrou 190 acidentes envolvendo motos, com 135 pessoas feridas com gravidade e 23 óbitos. O número de óbitos registrados de motociclistas ou passageiros de motos representam 65,71% das mortes registrados em acidentes nas rodovias este ano. Entre as principais causas está a velocidade incompatível.

Operação

A operação com uso de radar portátil faz parte das ações da PRF que antecedem a Operação Semana Santa. O objetivo é coibir o excesso de velocidade, uma das principais causas de acidentes graves nas rodovias federais da Paraíba.

Os acidentes envolvendo motocicletas aumento neste primeiro trimestre de 2019 nas rodovias do Estado, quando comparados com o mesmo período do ano anterior.

As ações de fiscalização com uso dos radares portáteis estão sendo intensificados como parte das atividades que antecedem a Operação Semana Santa, que terá início na próxima quinta-feira (18).

Fonte: Portal WSCOM

O projeto ‘Formando Vidas’, do Ministério Público da Paraíba (MPPB) tem fiscalizado Unidades Básicas de Saúde dos municípios paraibanos. No primeiro ciclo finalizado, a equipe encontrou falta de medicamentos para gestantes, além de locais sem acessibilidade para grávidas.

Criador do projeto, o promotor Raniery Dantas conversou com o Portal MaisPB e explicou que muitas mulheres também não fazem o acompanhamento regular e não realizam a quantidade de consultas necessárias até o parto. Segundo ele, é ainda uma dificuldade descobrir qual será a maternidade em que vai dar à luz, e acabam ‘peregrinando’ até mesmo no dia do parto.

Exames pré-natais, necessários para reduzir os óbitos fetais registrados, também não têm sido oferecidos nas unidades. Segundo ele, os exames detectam se a gravidez é de risco ou quais cuidados específicos precisam ser tomados.

Em 2017, foram registrados no Estado 625 óbitos fetais, 36 mortes maternas e 429 mortes de nascidos com menos de sete dias. Já entre janeiro e junho de 2018, 762 bebês nasceram sem que suas mães fizessem nenhuma consulta de pré-natal; 1.702 nasceram com uma a três consultas, enquanto 8.024 com quatro a seis consultas.

“Se a grávida passar pelos exames que a legislação estabelece, se ela tem o transporte adequado para a maternidade, entre outros fatores, isso ajuda na diminuição dos casos de morte dos fetos”, explica o promotor.

A primeira etapa aconteceu em Campina Grande e região metropolitana. Nas UBS’s da área, as irregularidades encontradas foram notificadas e geraram Termos de Ajustamento de Conduta (TAC).

Agora, o projeto segue para a região de Guarabira onde irá fazer novos levantamentos. Raniery analisa que as irregularidades não são consideradas graves, mas a Paraíba ainda precisa avançar para que o quadro seja classificado como ‘satisfatório’.

Fonte: MaisPB

A Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia instaurou procedimentos administrativos para apurar uma série de irregularidades em escolas da rede estadual, além de condutas inadequadas de servidores. As portarias foram publicadas na edição desta quinta-feira (11) do Diário Oficial do Estado.

Uma das investigações diz respeito a furtos registrados no interior da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Caic José Joffily, em Campina Grande. Já na cidade de Rio Tinto, a Secretaria vai investigar supostas irregularidades referentes ao Programa Mais Educação da Escola Frederico Lundgren.

Os procedimentos ainda atingem a Escola José Tavares, no município de Queimadas, por suposta conduta irregular.

Fonte: Mais PB

A banca Instituto AOCP, responsável pela organização do concurso da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que ocorreu no último domingo (07), na Paraíba, causou reclamação em parte dos  milhares de candidatos que participaram do certame. A prova cobrava 50 questões objetivas, distribuídas em conteúdos como Português, Informática, Legislação e Administração.

De acordo com alguns participantes do concurso, houveram  irregularidades, entre elas, a cobrança de conteúdos que não estava previsto no instrumento convocatório, a exemplo, da obra “Quem mexeu no meu queijo”, que além de não estar prevista no edital, trata-se de um livro de autoajuda. O caso causou frustração em determinados  participantes que estudaram  com o perfil do conteúdo cobrado pela banca.

Um dos candidatos indignados com o perfil de prova aplicada é o estudante Wesley Duarte, inscrito para o cargo de assistente em administração e que estudou durante os três últimos meses para concorrer a uma das 50 vagas ofertadas pela autarquia federal UFPB.

“A experiência foi frustrante. Senti-me completamente lesado, o edital que cobrava inúmeros conteúdos importantes, especialmente no tocante a área específica foi super desrespeitado. As questões foram muito mal elaboradas e o conteúdo programático mal distribuído, prevalecendo apenas a subjetividade e a opinião do examinador, o que dificultou o desempenho de milhares de candidatos em relação ao julgamento de inúmeras questões, já que inclusive algumas delas abordava termas que sequer estava previsto no instrumento convocatório. Em resumo, foi cobrado um padrão que não condizia com uma prova específica para assistente em administração, o que acarretou e prejudicou o sonho de vários candidatos que se esforçaram e estudaram tanto para  conquistar o tão sonhado cargo na UFPB”, lamentou.

O estudante ainda relembrou que no dia da prova quatro candidatos foram presos suspeitos de fradarem o certame, o que foi repercutido na imprensa local. “Essas irregularidades precisam ser questionadas, pois prejudicam aqueles que verdadeiramente se prepararam. Quem estuda muito fica sem entender como o processo de seleção pública em nosso país é tão frágil e tão desrespeitoso. Como os gabaritos vazam de uma forma tão escancarada e como os examinadores elaboram provas tão subjetivas, o que fere não apenas o princípio expresso na lei, que é o respeito ao instrumento convocatório, mas desrespeita o candidato que tanto estuda para entrar na máquina pública de forma digna. Diante de tudo isso, pretendo me juntar a outros candidatos para entrar com uma ação civil pública pedindo uma maior apuração dos fatos e a anulação de algumas questões, já que é um direito que nos cabe”, ressaltou.

Outra candidata que se sentiu prejudicada com o tipo de prova que aplicado foi a estudante Danielle de Almeida Vicente, inscrita para os cargos de administrador e assistente em administração, respectivamente nível médio e superior. “Na minha opinião a prova foi absurda, a banca diante de um edital tão vasto, com matérias tão densas fez o aluno estudar tanto conteúdo, para no momento da prova colocar questões tão subjetivas, restritas a uma parte do conteúdo, como é o caso dos conteúdos relacionados ao direito ou conteúdos que não estavam sequer previstos no edital. A banca tentou fazer um interdisciplinaridade, mas acabou sendo completamente infeliz cobrando coisas que estavam totalmente fora do contexto ou fora do instrumento convocatório.”, relatou.

O professor de direito administrativo e especialista na área de concursos públicos, Emmanuel Chacon explica que “o princípio da vinculação ao instrumento convocatório é claramente reconhecido na lei, na doutrina e na jurisprudência, o que segundo esse princípio, não só os convocados para um processo seletivo, como é o caso em um concurso público, como a própria administração pública ou a banca examinadora, devem atender às exigências do instrumento de convocação, no caso o edital, atendo-se apenas ao que ali estiver previsto, o que decorre do dever de lealdade e boa-fé, que deve existir entre a administração, incluindo-se a banca e os administrados, que neste caso são os concurseiros. O edital encontra-se subordinado à lei e vincula, em observância recíproca, a administração e os candidatos, que dele não podem se afastar”, destacou.

O professor ainda detalha que se o candidato não preencher os requisitos lá estabelecidos, será ele inabilitado ou desclassificado do certame. Já a banca, se um ato por ela praticado estiver fora dos termos do edital, ele será considerado ilegal, devendo, portanto, ser anulado, seja pela própria administração, seja pelo Poder Judiciário. “É o caso de questões que abordem conteúdos não discriminados no edital, o que assim entendem os Tribunais Superiores, a exemplo, do Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento do AI: 850608 RS, e também, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ). Cabe ao candidato, a comprovação de que o tema é alheio ao conteúdo programático do edital. Os princípios também são normas a serem observadas, de modo que, seu desrespeito gera, como dito, nulidade do ato”, ratificou.

Emmanuel Chacon ainda explica que um primeiro instrumento à disposição dos candidatos é o recurso administrativo, apresentado no próprio concurso, nos termos do edital e que em caso de indeferimento, é possível ingressar com ação judicial, tendo em visto que o Poder Judiciário tem o poder de anular atos ilícitos praticados pela banca.

Operação Ponto Final

Quatro candidatos no concurso da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) foram presos em flagrante, no domingo (7), ao tentar fraudar as provas. Os suspeitos estavam inscritos para os cargos de administrador e assistente em administração. As prisões fizeram parte da Operação Ponto Final, da Polícia Federal, em João Pessoa e Rio Tinto.

Conforme a Polícia Federal, os candidatos presos utilizariam instrumentos eletrônicos de recepção de dados, com objetivo de receberem, de terceiros, o gabarito de suas provas. 

Além de eliminados no concurso da UFPB, os presos no domingo vão responder criminalmente por fraude em certames de interesse público e organização criminosa. As penas para esses crimes, se somadas, podem chegar à 14 anos de reclusão.

Mais informações sobre o concurso da UFPB

O certame organizado pelo Instituto AOCP, oferta 131 vagas para cargos de níveis médio, técnico e superior. Os salários variam de R$ 1.945,06 A 4.180,66, mais auxílio. O prazo de inscrição foi encerrado no dia 25 de fevereiro, sem prorrogação. As provas foram aplicadas nos turnos da manhã e tarde do último domingo (7).

Fonte: Portal WScom