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A polêmica envolvendo um grupo de idosas que procurou a vereadora Helena Holanda (PP) para pedir a proibição das atividades com um grupo de pessoas com deficiência na praia de Cabo Branco repercutiu na imprensa nacional. O portal UOL publicou sobre o caso na quinta-feira (22).

O caso está tomando maiores proporções, e já gerou um abraço solidário durante a próxima atividade do projeto Acesso Cidadão – que levo as pessoas com deficiência para transitar na praia e entrar no mar – que deve acontecer neste sábado (24), na orla da capital. Além disso, a deputada estadual Cida Ramos (PSB) deve acionar a Justiça para atuar no caso.

Confira matéria na íntegra

Um grupo de moradoras de João Pessoa (PB) procurou uma vereadora na Câmara Municipal da cidade pedindo a proibição das atividades de um outro grupo, esse de pessoas com deficiência, na praia de Cabo Branco, onde moram. A reclamação das mulheres foi denunciada pela vereadora Helena Holanda (Progressistas) no plenário da Câmara. Helena é defensora de causas de minorias e uma das idealizadoras do projeto.

Segundo a vereadora, o grupo de mulheres (em sua maioria, idosas) foi até a Câmara pedir a suspensão do projeto Acesso Cidadão, criado em 2012 pela Prefeitura Municipal de João Pessoa e apoio de outras entidades. O projeto leva à praia pessoas com os mais variados tipos de deficiência. Desde que foi iniciado, o projeto possibilitou que muitas das pessoas atendidas pudessem ver o mar pela primeira vez.

O desejo das moradores, segundo Helena, era que o projeto deixasse de ser realizado na praia do Cabo Branco. Nas palavras das mulheres que criticaram o projeto, conforme a vereadora explicou, as atividades estavam “incomodando e tirando a beleza natural do lugar, onde moram pessoas ilustres”. O grupo sugeriu também a colocação de um cercado para delimitar o espaço das atividades. Elas estariam incomodadas com o barulho e a presença das pessoas.

As declarações causaram polêmica na cidade. No próximo sábado (24) está marcado um ato simbólico de apoio ao projeto. Os organizadores do ato informaram que a iniciativa tem o objetivo de repudiar o grupo de moradoras “que são contra um projeto tão legal”. A vereadora disse que, além de não atender ao pedido, pretende ampliar o projeto. O grupo de moradoras não foi identificado.

Em nota, a Prefeitura de João Pessoa informou que o programa Acesso Cidadão continuará a ser executado, atendendo cerca de 100 pessoas com deficiência e necessidades especiais, promovendo atividades esportivas e de lazer, aos sábados, na praia. “O Acesso Cidadão promove momentos de inclusão para aquelas pessoas que, por vezes, não podem entrar no mar por conta de uma limitação física, e, aos sábados, elas também entram em contato com outras pessoas que vêm aproveitar a praia e as belezas da nossa cidade. Vamos continuar o trabalho e reforçar ainda mais o acesso a quem mais precisa”, destacou a nota.

Fonte: Paraíba Já

A Brigada Militar apreendeu, na tarde desta quarta-feira (21), o suspeito de invadir e atacar alunos do Instituto Estadual Educacional Assis Chateaubriand, em Charqueadas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O adolescente de 17 anos foi encaminhado para a Delegacia de Polícia da cidade para prestar esclarecimentos.

“Recebemos a informação do comandante-geral da Brigada Militar que está sendo conduzido o suspeito, muito possivelmente o autor do fato, para ser entrevistado pelo delegado que conduz a investigação. Muito possivelmente teremos a elucidação até o fim da tarde”, afirma o vice-governador e secretário de Segurança Pública Ranolfo Vieira Jr.

A apreensão ocorreu por volta das 16h, horas depois do ataque. Ainda, segundo Ranolfo, ele seria um ex-aluno da escola.

MP pedirá a internação do adolescente

O Ministério Público pedirá a internação provisória de adolescente. Em nota, o MP afirmou que a promotora de Justiça da Infância e da Juventude de Charqueadas, Daniela Fistarol, vai representar junto ao Juizado da Infância e Juventude da Comarca pela internação provisória do adolescente.

O jovem de 17 anos foi ouvido nesta tarde pela Polícia Civil e pela Promotoria de Justiça. Também prestou depoimento o professor de Educação Física da escola, Juliano Mantovani, que relatou ter desarmado o suspeito, evitando consequências ainda mais graves.

Entenda o caso

Conforme a Polícia Civil, o suspeito invadiu a escola e atacou alunos do 7º ano do Ensino Fundamental com uma machadinha. Após ser desarmado por um professor, conseguiu se desvencilhar e fugir.

Pelo menos seis estudantes, entre 12 e 14 anos, foram atendidos no Hospital de Charqueadas. Todos tiveram ferimentos leves e não correm risco de morte.

A escola atende cerca de 700 alunos dos ensinos Fundamental, Médio e Técnico e funciona nos três turnos (manhã, tarde e noite). As aulas foram suspensas, e outras instituições de ensino da cidade também encerraram as atividades por precaução.

Em nota, o Governo do Estado informou que “todos serão ouvidos pela Polícia Civil e passarão por exames de corpo de delito. O Instituto-Geral de Perícias também periciou a sala onde ocorreu o fato. Embora as vítimas não tenham sido feridas com gravidade e estejam fora de perigo, o governo reforça extrema preocupação com o ocorrido e não medirá esforços para esclarecer os fatos e responsabilizar os culpados”.

A direção da escola publicou um texto no Facebook no qual afirma: “Estamos chocados com o fato, mas queremos tranquilizar a comunidade escolar de que neste momento não há alunos na escola e estamos sendo amparados pelos órgãos de segurança e Secretaria de Educação. Certamente faremos o possível para auxiliar os alunos, colegas professores e os funcionários na superação desse fato traumático, e também para reforçarmos a segurança da escola”.

Leia a publicação na íntegra:

Infelizmente nossa escola sofreu um atentado no começo desta tarde. Uma sala de aula foi vítima de um ataque que já está sendo investigado pelos órgãos de segurança. Quatro alunos ficaram feridos, felizmente sem gravidade e já foram atendidos. O professor que estava na sala não se feriu. Porém o pânico foi geral. Estamos chocados com o fato, mas queremos tranquilizar a comunidade escolar de que neste momento não há alunos na escola e estamos sendo amparados pelos órgãos de segurança e Secretaria de Educação. Certamente faremos o possível para auxiliar os alunos, colegas professores e os funcionários na superação desse fato traumático, e também para reforçarmos a segurança da escola. Agradecemos a preocupação de todos e o apoio dos órgãos competentes que estiveram e estão ao nosso lado. O Secretário de Educação do Estado, o vice-governador e também Secretário de Segurança, assim como a Coordenadora da 12ª CRE estão presentes na escola. Qualquer nova informação vamos atualizando por aqui.

Fonte: G1

Foto: Léo Saballa Jr/RBS TV

A partir desta quinta-feira (22), as crianças de seis meses a menores de 1 ano devem ser vacinadas contra o sarampo em todo o país. Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação é preventiva e deve alcançar 1,4 milhão de crianças, que não receberam a dose extra, chamada de dose zero, além das previstas no Calendário Nacional de Vacinação, aos 12 e 15 meses.

“Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral mais varicela, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as doses”, esclarece o ministério.

A pasta enviará 1,6 milhão de doses a mais para os estados. O objetivo é intensificar a vacinação desse público-alvo, que é mais suscetível a casos graves e óbitos. A medida é uma resposta imediata do ministério devido ao aumento de casos da doença.

“Nós estamos preocupados com essa faixa etária porque em surtos anteriores foram as crianças menores de um ano que evoluíram para casos mais graves e óbitos. Por isso, é preciso que todas as crianças na faixa prioritária sejam imunizadas contra o vírus do sarampo, considerando a possibilidade de trânsito de pessoas doentes para regiões afetadas e não afetadas”, disse o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira.

De acordo com o ministério, o país registrou nos últimos 90 dias, entre 19 de maio a 10 de agosto deste ano, 1.680 casos confirmados de sarampo, em 11 estados: São Paulo (1.662), Rio de Janeiro (6), Pernambuco (4), Bahia (1), Paraná (1), Goiás (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Espírito Santo (1), Sergipe (1) e Piauí (1). O coeficiente de incidência da doença foi de 0,80 por 100.000 habitantes.

Além de vacinar as crianças na faixa etária prioritária, o ministério, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde, também orienta estados e municípios a realizarem o bloqueio vacinal. Ou seja, em situação de surto ativo do sarampo, quando identificado um caso da doença em alguma localidade, é preciso vacinar todas as pessoas que tiveram ou tem contato com aquele caso suspeito em até 72 horas.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Secom

O Ministério da Saúde passou a recomendar a vacinação contra o sarampo em crianças com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias para combater a disseminação do vírus no país. Nessa faixa etária, segundo a pasta, será ofertada uma dose complementar, chamada de dose zero, como já acontece em campanhas como a de combate à poliomielite. A orientação foi apresentada nessa terça-feira (20) em entrevista coletiva na sede do órgão, em Brasília.

Entre 19 de maio e 10 de agosto deste ano, foram confirmados 1.680 casos de sarampo no Brasil, além de 7,5 mil casos em investigação. No período, de acordo com o ministério, não houve mortes confirmadas decorrentes da enfermidade.

Após um surto envolvendo estados da Região Norte no início do ano, um novo surto foi registrado no estado de São Paulo, que concentra, atualmente, 1.662 casos em 74 municípios – 98,5% do total de casos. Em seguida aparecem Rio de Janeiro, com seis casos, e Pernambuco, com quatro. Com um caso estão Goiás, Paraná, Maranhão, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Bahia, Sergipe e Piauí.

A recomendação da vacinação adicional de crianças com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias se deve ao fato deste ser o público com maior potencial de contágio. O coeficiente de incidência em bebês de até 1 ano é de 38,28 casos para cada grupo de 100 mil, enquanto a média de todas as faixas etárias ficou em 4,12. Normalmente, a imunização acontece por meio de duas doses, aos 12 meses e aos 15 meses de vida.

“Temos observado uma incidência elevada em menores de 1 ano. É fundamental estabelecermos estratégia diferenciada para essa faixa etária, olhar para as crianças menores de 1 ano com especial atenção”, declarou o secretário de vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira.

Jovens adultos

Além dos bebês, outro público que preocupa o ministério é o de jovens adultos. A pasta destacou a necessidade de pessoas de 20 a 29 anos regularizarem a vacinação contra o sarampo – o grupo tem coeficiente de incidência de 9 casos para cada grupo de 100 mil, mais que o dobro da média nacional. A orientação vale especialmente para São Paulo, estado com muitos casos e alta densidade populacional.

De acordo com o ministério, pela rotina de imunização estabelecida, pessoas com até 29 anos devem já ter recebido duas doses contra o sarampo. Já quem tem entre 30 e 49 anos deve ter tomado pelo menos uma dose. O secretário ponderou, contudo, que não há necessidade de corrida aos postos de saúde e que a regularização pode ser feita tranquilamente.

Difícil controle

Questionado sobre as razões da propagação do sarampo no país, Oliveira argumentou que a natureza do vírus e de sua transmissão dificultam o controle, especialmente com um surto em uma região como o estado de São Paulo.

“O sarampo é doença de transmissão respiratória. É rastilho de pólvora. Para cada caso, podemos ter 18 pessoas infectadas. É extremamente complexa a contenção da situação viral, principalmente num estado com a densidade demográfica que São Paulo tem”, disse. Entre os principais obstáculos, segundo ele, estão a falta de imunização em adultos jovens e a dificuldade de conscientização desse público.

Estoque

O secretário relatou que já foram disponibilizadas 7,5 milhões de doses da vacina para o estado de São Paulo, além do apoio a campanhas de comunicação para sensibilizar os públicos mais afetados pelo vírus. Ele acrescentou que as vacinas adicionais para bebês devem totalizar cerca de 1,6 milhões de doses e que os estados estão abastecidos, mas que o governo está buscando um estoque complementar com fornecedores externos.

O representante do ministério apontou como problema a atuação de movimentos antivacina que, segundo ele, se alimentam de desinformação e notícias falsas para recusar a imunização necessária. O ministério disponibilizou uma seção em seu site para desmentir notícias falsas e oferecer outras informações.

Fonte: Portal Correio

O Ministério da Educação (MEC) estuda mudar a forma de distribuir os recursos para as 63 universidades federais. A ideia é dar mais dinheiro para quem tiver melhor desempenho em indicadores como governança, inovação e empregabilidade, entre outros.

Hoje o modelo de distribuição do orçamento é centrado no tamanho das universidades. Com isso, instituições maiores e com mais alunos, como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), recebem fatia maior do orçamento, embora tenham desempenho pior que outras em indicadores como governança, por exemplo.

“Queremos tratar os diferentes de forma diferente”, afirmou ao Estado o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima Junior. “Vamos começar a olhar desempenho, não só o tamanho das universidades. Hoje, a matriz do orçamento (para verbas discricionárias) é 90% tamanho e 10% qualidade”, acrescenta.

O governo pretende discutir a nova metodologia com os reitores das universidades. Segundo o secretário, as mudanças nos parâmetros não dependem de alteração na lei, mas somente de ajustes nas regras atuais.

“Não queremos fazer nenhuma ruptura, mas sim uma transição que aponte numa direção. Uma discussão de daqui cinco, dez anos, como queremos esses parâmetros lá na frente. Qual será a matriz orçamentária que balizará daqui dez anos? Até para as universidades maiores também terem incentivos para captar recursos”, afirmou.

Indicadores

O novo desenho de distribuição das verbas pode começar a ser implementado a partir de 2020, mas já neste ano os técnicos estudam usar um dos indicadores – o ranking de governança do Tribunal de Contas da União (TCU) – na hora de determinar quem terá prioridade no desbloqueio de recursos.

Dos R$ 6,9 bilhões de despesas discricionárias das universidades (aquelas que bancam despesas operacionais como conta de luz e serviços de limpeza), R$ 3,2 bilhões estão bloqueados. O governo tem buscado novas fontes de receita para conseguir aliviar ao menos parte do aperto orçamentário a que os órgãos estão submetidos.

Na última edição do ranking do TCU, de 2018, as universidades de Lavras (UFLA) e de Mato Grosso do Sul (UFMS) figuraram no topo da lista e, pela regra, poderiam ser mais beneficiadas na liberação de recursos. O indicador mede aspectos como governança, estratégia, gestão e transparência. Entre as piores estão a UFRJ e a Federal de Roraima (UFRR).

Procuradas, UFRJ, UFRR e UFMS não responderam até a conclusão da reportagem. A UFLA informou que não comentaria medida não implementada. “Acreditamos que o MEC, em algum momento, irá formalizar essa questão de maneira pública. Somente assim teremos elementos concretos para nos manifestarmos”, diz a universidade de Lavras.

Empregabilidade

A ideia do ministério é, no futuro, ampliar o rol de dados utilizados para medir o desempenho das universidades e que poderão ser usados para distribuir os recursos. Um destes indicadores deve ser empregabilidade dos egressos. O plano é comparar as informações do Enade, exame que mede o desempenho dos estudantes de ensino superior, com a base de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que traz detalhes sobre os empregos formais no País. Com isso, seria possível saber se as universidades estão conseguindo formar alunos mais aptos a ingressar no mercado de trabalho em suas áreas de atuação – e premiá-las por isso.

Outra ideia é analisar a evolução de criação de patentes, indicador que reflete o grau de inovação dentro das instituições de ensino.

Future-se

O secretário afirma que não se trata de represália a universidades que criticaram o “Future-se”, programa lançado recentemente pelo governo Jair Bolsonaro para as instituições públicas de ensino superior. O programa foi lançado pelo MEC para promover maior autonomia financeira nas universidades e institutos federais por meio de incentivo à captação de recursos próprios e ao empreendedorismo.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, trava desde o início da sua gestão uma queda de braço com os reitores. “Não tem nada a ver com isso. A questão é equidade. Temos gasto de R$ 75 mil reais por aluno na Unifesp e na UFRJ contra R$ 30 mil em universidades do Norte e Nordeste. Não é uma questão de ir contra a UFRJ, mas de ir a favor daquelas que precisam mais”, afirma Lima Junior.

Na semana passada, o MEC resolveu prorrogar por mais duas semanas o prazo para a consulta pública do “Future-se”. De acordo com o ministério, foram registrados mais de 49 mil cadastros de interessados em participar da consulta.

O secretário defendeu o diálogo e a apresentação das sugestões pelas universidades. “A educação vive ainda um momento muito dogmático e isso é expresso em instituições de ensino que estão se manifestando contra o Future-se. Agora é consulta pública”, diz.

“Não é para ser a favor ou contra”, avalia ele sobre as resistências ao programa, que partem sobretudo de grandes universidades como a UFRJ, aprovou nota rejeitando, por unanimidade, o Future-se na forma como foi apresentado.

Cálculo inclui notas e número de alunos

A distribuição de verbas entre universidades federais é feita com base em um cálculo que inclui indicadores como o número de estudantes e a qualidade acadêmica. Esse cálculo resulta na Matriz de Orçamento de Custeio e Capital (Matriz OCC), que determina o valor repassado a cada universidade.

Nesse cálculo, a quantidade de alunos matriculados é o fator que tem mais peso. O Ministério da Educação leva em conta informações como número de matrículas, estudantes formados, evasão escolar e o tipo de curso para calcular o número de “alunos equivalentes” de uma universidade.

O ministério considera que cursos com maior número de laboratórios e uso de equipamentos caros devem receber mais recursos, e inclui essa diferença ao contabilizar os “alunos equivalentes” de cada instituição. Esse índice corresponde a 90% do valor da Matriz OCC de uma universidade.

O outro indicador é a Eficiência e Qualidade Acadêmico-Científico (EQAC), que tem peso de 10% na matriz. Nesse cálculo, são utilizadas as notas dos cursos de graduação no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e os conceitos dos cursos de pós-graduação, avaliados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do MEC.

Para especialistas, critério contraria papel das federais

A intenção de incluir critérios como governabilidade, inovação e empregabilidade para definir a distribuição de recursos entre universidades federais foi criticada por especialistas em educação – mesmo contrários às atuais regras.

O professor Nilson Machado, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), disse que o caminho apontado pelo Ministério da Educação (MEC) para substituir o sistema atual soa utilitarista. “Isso me parece preocupante, do ponto de vista de que podemos estar indo para um critério de utilitarismo igual ao que existe hoje, ou talvez até mais acentuado”, disse Machado.

Já o especialista em ensino superior Leandro Tessler, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), diz que os critérios têm mais relação com o ensino tecnológico e vocacional do que com o papel das federais. “Desde quando a finalidade da universidade pública é inovação e empregabilidade? As universidades públicas são lugares onde se faz pesquisa”, diz Tessler. “Ele está trazendo uma cultura das instituições privadas, e não vai dar certo.”

Fonte: Portal Terra

Foto: Adriano Machado / Reuters

O governo federal, através do Decreto Nº 9.972, de 14 de agosto de 2019, incluiu trecho da BR-230 entre João Pessoa e o entroncamento com a BR-104, em Campina Grande, entre os que poderão fazer parte do Programa de Parceria de Investimentos (PPI) da Presidência da República, e ser controlados pela iniciativa privada. O texto,publicado nesta quinta-feira (15) no Diário Oficial da União, também inclui trecho da BR-101 entre Bahia e Rio Grande do Norte, que corta a Paraíba.

O decreto, que já está em vigor, dispõe sobre a qualificação de empreendimentos dos setores portuário, aeroportuário, rodoviário, ferroviário e hidroviário no âmbito do PPI e sua inclusão no Programa Nacional de Desestatização (PND).

Programa de Parcerias de Investimentos

O Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) foi criado pela Lei nº 13.334, de 2016 com a finalidade de ampliar e  fortalecer a interação entre o Estado e a iniciativa privada por meio da celebração de contratos de parceria e de outras medidas de desestatização.

Objetivos do programa

Segundo informações do Governo federal, são estes os objetivos do PPI:

  • Ampliar as oportunidades de investimento e emprego e estimular o desenvolvimento tecnológico e industrial, em harmonia com as metas de desenvolvimento social e econômico do País;
  • Garantir a expansão com qualidade da infraestrutura pública, com tarifas adequadas aos usuários;
  • Promover ampla e justa competição na celebração das parcerias e na prestação dos serviços;
  • Assegurar a estabilidade e a segurança jurídica dos contratos, com a garantia da mínima intervenção nos negócios e investimentos;
  • Fortalecer o papel regulador do Estado e a autonomia das entidades estatais de regulação.

Uma vez que os empreendimentos forem qualificados no Programa de Parcerias de Investimentos, eles serão tratados como prioridade nacional. Os órgãos e entidades envolvidos devem atuar para que os processos e atos necessários à estruturação, liberação e execução do projeto ocorram de forma eficiente e econômica.

Fonte: Portal Correio

Foto: Google Street View

O presidente Jair Bolsonaro disse durante sua visita no Piauí, nesta quarta-feira (14), que a partir de segunda-feira(19), está suspenso o pardal móvel em todo o país. O presidente afirmou que respeita a Justiça, mas não entende o porquê da insistência em instalar os pardais.

Segundo o presidente a instalação dos pardais é colocar assaltante na pista.

“Se instalarmos oito mil pardais no Brasil vai custar R$ 1 bilhão para o povo, para botar assaltante na pista, para roubar vocês.  Nao queremos pardais mais, essa é a nossa intensão,  mas temos uma batalha pela frente”, finalizou Bolsonaro. 

Fonte: Click PB

A cidade de Urupema, na Serra catarinense, registrou mínima de -9°C e formação de geada por volta das 8h desta quarta-feira (14), segundo o Centro de Informações de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Epagri/Ciram).

Outras cidades também registraram temperaturas negativas: Bom Jardim da Serra e São Joaquim -6°C , UrubiciCuritibanosLages e Água Doce -4ºC, Monte Castelo -3°C, Rio RufinoItaiópolis e Caçador-2°C.

O amanhecer gelado foi causado por uma nova massa de ar frio polar que se aproximou de Santa Catarina e provocou queda nas temperaturas ainda durante a noite de terça-feira (13), informou a Central NSC de Meteorologia.

O tempo deve ficar seco e ensolarado, com poucas nuvens no decorrer do dia. As regiões Sul e Sudeste devem ter vento de fraco a moderado, com rajadas no início do dia no Litoral.

Fonte: G1 SC

Fotos: Mycchel Legnaghi, Wagner Urbano, Marleno Muniz Farias/Prefeitura de Urupema

A partir desta sexta-feira (9), o INSS começa a trabalhar mecanismos para tentar zerar a fila de espera por benefícios. A Estratégia Nacional de Atendimento Tempestivo (ENAT), criada a partir de uma resolução publicada no Diário Oficial da União desta sexta, determina que unidades da Previdência Social e a administração geral do instituto comecem a investir em ações para otimizar a gestão, aumentar a produtividade e a eficiência na análise dos pedidos e na conclusão dos requerimentos de reconhecimento inicial de direitos.

A medida trata dos pedidos de reconhecimento inicial de direitos e prevê que estes sejam concluídos em até 45 dias a partir da entrada dos documentos pelos beneficiários. Apenas casos que tenham pendências de cumprimento de exigência por parte do segurado requerente estariam fora dessa exigência.

Diante da nova estratégia, tanto a Administração Central do INSS, quanto superintendências regionais, gerências e agências da Previdência Social serão obrigadas a reforçar quadros técnicos, logísticos e humanos, para assegurar, de forma permanente, o atendimento tempestivo aos segurados e beneficiários da Previdência Social.

Atualmente, o órgão tem milhões de pedidos aguardando uma decisão. Com a definição da celeridade da análise como regra definitiva, serão definidas metas de atendimento e monitoramento da eficiência e produtividade dos serviços prestados pelo instituto.

O presidente do INSS, Renato Vieira, chegou a sinalizar que até a dinâmica de trabalho poderia ser alterada para que os servidores passassem a ser remunerados a partir de controle de produtividade.

Pelo texto, o órgão também ficará obrigado a divulgar aos servidores, às unidades, aos órgãos de Controle externos e internos e à sociedade, periodicamente, os avanços obtidos com a implementação da estratégia e adotar providências necessárias para aumentar o volume de concessões automáticas de benefícios, com controle e segurança desses benefícios.

Para estimular a implementação do programa, ainda serão mapeadas boas práticas nacionais e internacionais e estimuladas medidas de gestão que contribuam para o aumento da eficiência da análise dos requerimentos de reconhecimento de direitos.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Antonio Cruz/Arquivo Agência Brasil

Um ônibus da equipe do cantor Jonas Esticado se envolveu em um acidente e três pessoas ficaram feridas na BR-226, no Maranhão. O caso aconteceu na madrugada desta sexta-feira (9) na região de Tuntum, a cerca de 300 km de São Luís.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), informações preliminares apontam que o ônibus bateu na traseira de um caminhão e acabou saindo da pista.

Jonas Esticado não estava no ônibus. Nas redes sociais, o próprio cantor informou que ninguém ficou ferido e todos passam bem. A agenda do shows também não sofreu alteração para este fim de semana.

Fonte: G1 MA

Foto: Redes Sociais